O que é que há, pois, num nome? Aquilo a que chamamos
rosa,mesmo com outro nome, cheiraria igualmente bem...

"Romeu e Julieta", William Shakespeare


domingo, 27 de Julho de 2008

Adeus não, até sempre...



Sentei-me num banco do jardim... Ansiava pela tua presença... Olhei em volta, não vi ninguém... O vento fez-me companhia, tentava com a sua subtil presença mostrar que não estava sozinho... As minhas mãos estavam frias... A minha pele esquecera o teu calor... Esperava por ti...
Estive ali durante horas à tua espera, no fundo sabia que não virias, mas ainda tinha uma réstia de esperança dentro de mim... Guardava em mim o teu sorriso, o teu olhar, eram eles que davam força à chama que insistia em arder apesar de tudo...
O meu corpo habituara-se ao vento como eu a sentir à solidão... Naquele momento o meu mundo desfez-se... A minha cara já conhecias as lágrimas que chorava uma por uma e aquele banco já as tinha sentido várias vezes...
A chuva chegou e misturou-se com as minhas lágrimas para que ninguém percebesse o quanto chorava... A minha mágoa tinha chegado no dia em que nos afastamos, e desde então faz-me companhia a mim e a minha solidão...


É triste...

5 comentários:

Anónimo disse...

...entao se forte,porque quem cehga ate aqui mostrando que e e o que sente ,e considerado valetnia e coragem ,arriscareste por uma causa que cres que vale a pena e que sentes qu consegues ser feliz com ela .Agora nao te vas abaixo ,se te sentes so fala com algeum em quem confies se n fala para ti memso ,se te sentes cansado respira fundo levantate e da so mais um passo n olhes para agora mometnos que soa passados com magua pois podem ter acabado n sei mas foram momentos...n desistas nem chores nem caias ,simplesmente acabou de comecar outro capitulo onde te vai mostrar mais tanto como outros momemtos melhores ou piroes que este...tu consegues ,simplesmetne respira fundo

Alma de pássaro disse...
Esta mensagem foi removida pelo autor.
Alma de pássaro disse...

...Mas de repente deixou de chover, as nuvens recolheram-se e sol aos poucos voltou a impor o seu brilho. Ao mesmo tenho, os meus olhos deixaram de chorar e as lágrimas que ainda me corriam pela cara secaram. Aquela dor insuportável e persistente que não me deixava, era agora um ligeiro ardor e eu podia começar sorrir...

As coisas podem não estar muito bem agora, mas tenho a certeza que melhores dias virão. Não desistas daquilo em que acreditas, que o sol não tarde a voltar a brilhar.

Boa sorte!

*

Alma de pássaro disse...

*tarda

T'Duarte disse...

... Nunca existe um adeus eterno, um fim! Ficam sempre pedaços de nós em outras pessoas, e essas pessoas deixam tanto delas em nós, muitas voltam, outras seguem outro rumo, outra vida lhes ilumina, e nós que ficamos aqui vendo a chuva a borratar-nos a alma, devemos acenar e procurar um lugar onde o sol brilhe mais do que pedaços de trigo em plena tarde Outono!
Sorri, "haverá um outro alguém, que faça valer a pena"

Beijinho =)